Disbiose ou Síndrome da Permeabilidade Intestinal

O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA DIAGNOSTICAR E TRATAR!

É um problema digestivo comum, que aumenta com a idade e atinge a maioria dos indivíduos acima de 50 anos. Leva a inúmeros desconfortos intestinais, diarreia, constipação (prisão de ventre), gazes, flatulência e dor abdominal. Elas passam anos de sua vida submetendo-se a exames invasivos e tratamentos sem sucesso. Entenda porque isto ocorre!

A permeabilidade é causada por inflamação crônica no trato digestório, que resulta no desenvolvimento de espaços minúsculos entre as células que revestem o intestino delgado. Isso permite que toxinas, bactérias e partículas alimentares não digeridas no quimo intestinal entrem diretamente na corrente sanguínea, sobrecarregando os processos de desintoxicação do fígado.

Essas substancias estranhas podem desencadear uma resposta do sistema imune que, com o tempo, resulta em reações autoimunes aos alimentos saudáveis. Isso, por sua vez, leva a reações inflamatórias crônicas, que podem contribuir para o surgimento de artrite, asma e outras doenças autoimunes. Leva também a deficiências de vitaminas e minerais, mesmo com o consumo de quantidades ideais.

A síndrome da permeabilidade intestinal (Disbiose) é causada, sobretudo, por anos de alimentação incorreta, além do consumo de substâncias tóxicas. Com o tempo, o trato digestivo fica irritado e a ingestão de níveis elevados de açúcar, amidos refinados, toxinas como pesticidas e aditivos alimentícios, bactéria nocivas e medicamentos agressivos rompem a integridade do revestimento intestinal. Um fator muito importante é o uso excessivo de anti-inflamatórios não-esteroides (NSAIDs), como aspirina ou ibuprofeno.

A disbiose pode ser diagnosticada com um exame de urina chamado ÁCIDOS ORGÂNICOS URINÁRIOS QUANTITATIVOS.

O tratamento dessa síndrome exige uma abordagem multifacetada:

  • Adotar alimentação saudável, a base de proteínas vegetais, legumes, hortaliças e frutas, evitando-se ao máximo produtos industrializados! Retirar GLÚTEN, CASEÍNA, GENISTEÍNA (soja), AMENDOIM, MILHO. Isso reduzirá a inflamação e outros ataques aos tecidos delicados do trato digestivo (que causam o problema inicial) e permitirá que a cura gradual aconteça;
  • Evitar alimentos agressivos, como cafeína e álcool, além de medicamentos que possam danificar o intestino, como anti-inflamatórios não hormonais;
  • Reduzir as toxinas alimentares por meio da ingestão de alimentos orgânicos;
  • Fazer um teste de sensibilidade e alergia alimentar, e considerar a eliminação de alimentos para os quais o individuo apresenta anticorpos significativos.Este teste é feito através da medida de IgG no sangue para cada alimento específico. Aquele que der nível alto, deverá ser retirado da alimentação por um período mínimo de 3 a 6 meses!!
  • Não devemos esquecer que a disbiose intestinal é quase sempre associada à proliferação excessiva de leveduras, ou níveis excessivos de bactérias nocivas ao trato intestinal. É necessário fazer o diagnóstico correto dessas condições e usar terapias antifúngicas e antimicrobianas apropriadas para exterminar esses organismos: Medicamentos prescritos podem ser usados para erradicar (extirpar) esses micro-organismos indesejáveis, assim como ervas e produtos naturais, como por exemplo, o XILITOL, ORÉGANO e TRIGLICERÍDEOS DE CADEIA MÉDIA.
  • Suplementação de enzimas digestivas é indispensável, pois ajuda a quebrar os alimentos, reduzindo o esforço sobre o sistema digestório;
  • Consumir mais fibras, as quais agilizam a movimentação do quimo intestinal e absorvem toxinas;
  • Usar probióticos (suplementos compostos por colônias de bactérias saudáveis, lactobacillus, como acidófilos) para auxiliar e semear flora saudável no intestino;
  • Considerar o uso de outros suplementos úteis, entre os quais, aloe vera, alho e bioflavonoides.
  • Fruto-oligossacarídeos (FOS) são um tipo especial de suplemento fibroso que não é digerido e nutre as bactérias intestinais saudáveis. FOS são compostos por longas cadeias de unidades de frutose. Recomendamos 2 a 5 g de FOS diariamente.

OBS: Fazemos os exames diagnósticos citados no artigo na Clínica in FORMA

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